24 de out. de 2008

Meu querido Forrest

Conta e não conta. Conta e desconta. Conta num conto. Mas conta do jeito que quiser contar.
É, ele é confuso mesmo. Nem te conto o quanto.
E nessa confusão, a gente vê e, de fato, enxerga alguém. Calma, eu te conto.

Todo-poderoso mestre das palavras (tá, mestre não, mas trainee com certeza).
Fala bem, escreve ainda melhor.
Se contradiz o tempo todo quando deixa sua modéstia prevalecer sua insegurança (confuso isso?).
Se houvesse uma caixa de pandora do avesso, seria dele a chave ou o cadeado.

Exagerei só pra dizer que ele é exagerado. E que ele tem um poder na mão. Eu percebo quando ele solta caracteres desenfreados de um lado e afrouxa minha risada do outro.

Inacreditável.

Conheci ele em uma outra vida aí. Não sei, mas queria ter certeza disso.
Para mim, é uma figura, um cartoon, um holograma (mas um bacana, fofo, bonitinho, tá?).
Sorte que eu adoro desenhos.

Pra resumir: é um presente. Uma surpresa.
Sorte que eu adoro presente. E adoro surpresas.

5 comentários:

Ronas disse...

Adorei o novo título.

Meus comentários já foram feitos.

Aqui só marco a presença com um sorriso bobo no rosto.

Um beijo.

Anônimo disse...

Posso dizer que gosto gosto de presentes e surpresa, também?

Sorriso bobo?? Sabia que alguém conseguiria...

Vanessa Nassif disse...

homenagem mto bem retribuída.
ADOREI!

bjossss

Vanessa Nassif disse...

ps.: droga...não tenho conseguido escrever...to perdendo mto pra vc! hahahaha ainda bem q é pra vc!
bjs

Anônimo disse...

conta que eu conto num conto.
mto bom!
ah, sobre a nova versao "rapidinhas", na verdade é uma influencia da falta de tempo para escrever contos maiores...hehe
bjos