*
Acorda às 6h da manhã, levanta da cama como um zumbi e se arruma pra trabalhar.
**
Às 6h da manhã, entra no quarto com o corpo cansado, parecendo um zumbi. Põe o pijama e nem lembra como deitou porque já estava a dormir.
*
Às 10h já tem reunião. Pega o caderno, pega a caneta, imprime planilha, confere o local, põe o celular no vibra e corre pra sala onde todos já estão.
**
Às 10h sonha algo bom. Acorda e sorri. Ajeita o travesseiro e volta a dormir.
*
12h, finalmente! Hora de almoçar. Coloca o casaco, pega o dinheiro, junta os colegas e comenta sobre o prato do dia.
**
Às 12h acorda, olha no relógio...e volta a dormir.
*
15h e a barriga volta a roncar. Hora do lanche da tarde. Larga a correria que o cronograma já previa e vai tomar um café e comer pão de queijo.
**
15h acorda torta de tanto dormir. Levanta e vai tomar seu Nescau. Volta pro quarto e, ainda de pijama, liga a TV. Nada interessante...mas a preguiça de procurar um canal é maior.
*
15h10...de volta à correria.
**
15h30 abre a janela e liga o computador. Entra no Orkut, no Messenger, desliga a TV, liga o som, e continua de pijama.
*
17h – Que hora mais feliz. Agora falta uma!
**
17h – Havaianas encaixada na meia entre os dedos, e vai pra cozinha ‘almoçar’.
*
Às 17h55 salva o arquivo, olha o e-mail pela última vez, confere as pendências do dia seguinte. Começa a recolher suas coisas, desligar o computador. Já são 18h! Ufa! Hora de ir pra casa.
**
Às 18h ainda tem preguiça até mesmo de existir.
*
19h e ainda está presa no trânsito.
**
19h é hora de começar a pensar o que será da sua noite.
*
20h e pouco chega em casa! Ufa! Novamente. Daqui pra frente: Comer, tomar banho, colocar pijama, ligar o som ou a TV, conferir Orkut, conversar no MSN.
**
20h30 já sabe pra onde ir e quem busca quem aonde. Hora do banho.
21h30 O cabelo está seco e está provando o guarda-roupa inteiro.
22h00 Entra no site do local. Confere o endereço, pega o guia de ruas e aprende o caminho.
22h30 Troca de bolsa. Pega o necessário. Não esquece o celular, dinheiro, documento, batom. Ah...nem o chiclete!
22h40 vai se maquiar e perfumar.
23h Sai de casa.
*
23h30 já é tarde, mas enrola mais um pouco.
24h Agora chega...hora de dormir! Desliga o computador, escova o dente, ajusta os despertadores (um não é suficiente), o sleep da TV, apaga a luz, deita e dorme.
**
24h encontra as amigas e pega o rumo da balada.
24h30 chega ao local.
1h está com a latinha na mão.
2h está rindo do cara que dança esquisito.
2h10 está falando mal do comprimento da saia daquela loira zuada.
3h começa o show.
4h está se acabando de tanto dançar.
5h acaba o show.
5h30 vai embora.
*
6h o despertador toca. Vai começar a agitação do dia. Levanta da cama como um zumbi e se arruma pra trabalhar.
**
Depois da noite agitada, às 6h Chega em casa. Entra no quarto com o corpo cansado, parecendo um zumbi. Põe o pijama e nem lembra como deitou porque já estava a dormir.
É uma única pessoa. Mas * espera a semana inteira para chegar o fim de semana e ser **.
23 de set. de 2008
14 de set. de 2008
Todo final tem seu fim.
Escolhe o esmalte, a roupa, o sapato.
Escolhe o brinco, o brilho, o detalhe.
Liga pra uma, pra duas, pra todas.
Atende um, outro e fala com todos.
Acende a luz, vira o espelho, aperta o cinto.
Aumenta o volume, bota o sorriso na mente, só pra esquentar.
Vira uma, vira duas, vira três.
Dá uma rodadinha, e mais uma, outra vez.
Levanta os braços, distribui abraços.
Balança o corpo, mexe os pés, aperta as mãos.
No bolso, no rosto, na lata, no ar.
De frente, de lado, no ritmo, devagar.
E ri, sorri.
É, vivi, morri e renasci.
Escolhe o brinco, o brilho, o detalhe.
Liga pra uma, pra duas, pra todas.
Atende um, outro e fala com todos.
Acende a luz, vira o espelho, aperta o cinto.
Aumenta o volume, bota o sorriso na mente, só pra esquentar.
Vira uma, vira duas, vira três.
Dá uma rodadinha, e mais uma, outra vez.
Levanta os braços, distribui abraços.
Balança o corpo, mexe os pés, aperta as mãos.
No bolso, no rosto, na lata, no ar.
De frente, de lado, no ritmo, devagar.
E ri, sorri.
É, vivi, morri e renasci.
9 de set. de 2008
Continuando a onda do Manual...
O prazer pode ser seu.
Oi! Você não me conhece, por isso vim me apresentar.
Na verdade sou diferente de muitas que você já encontrou por aí.
Sou tão especial quanto todo mundo é. Mas também não sou tão indiferente assim.
Você tem o direito de tentar certas coisas. E eu tenho o mesmo direito de aceitar ou recusar.
Se você espera de mim uma balada boa, um sorriso iluminado, um monte de risadas, um olhar, um carinho, um beijo bom, uma saideira em um motel...talvez eu te dê tudo isso um dia. Mas você vai ter que merecer.
Eu não sou nada difícil, mas tenho o meu tempo que precisa de respeito.
Conquiste minha confiança, e desperte um pequeno gesto íntimo por dia, mesmo que seja simplesmente olhar no fundo do meu olho, e sorrir.
Se você pretende me entender, vai ter que se esforçar! E ter muita paciência. E tempo.
Irei te proporcionar pequenos, grandes, inesquecíveis e deliciosos momentos. Mas não tenha pressa. E não pise na bola.
Eu preciso de atenção. Preciso de confete. Preciso de piadas, colo, de cuidados e de cuidar. De bom-humor, compreensão, e mais uma vez, paciência. E de exclusividade.
Se eu mal te conheço, você faz o que quiser nas minhas costas, mas quando estiver comigo, ‘esteja comigo’.
Se provocar, me beije! Me pegue de surpresa. Mas não demora, pra eu não achar que você não está fazendo mais que a sua obrigação.
As programações são as melhores. O pique quase interminável. E a disponibilidade....grande sempre que possível.
Se você me beijar naquela música, grave-a, porque de certo eu vou lembrar!
Se você tem outra, não demore a escolher. Porque logo eu vou descobrir.
Se você tiver os mesmos gostos que eu, ponto pra você.
Se você não quiser nada com nada, beijo-tchau.
Se quiser fazer valer a pena, vem comigo. Eu te explico no caminho.
Oi! Você não me conhece, por isso vim me apresentar.
Na verdade sou diferente de muitas que você já encontrou por aí.
Sou tão especial quanto todo mundo é. Mas também não sou tão indiferente assim.
Você tem o direito de tentar certas coisas. E eu tenho o mesmo direito de aceitar ou recusar.
Se você espera de mim uma balada boa, um sorriso iluminado, um monte de risadas, um olhar, um carinho, um beijo bom, uma saideira em um motel...talvez eu te dê tudo isso um dia. Mas você vai ter que merecer.
Eu não sou nada difícil, mas tenho o meu tempo que precisa de respeito.
Conquiste minha confiança, e desperte um pequeno gesto íntimo por dia, mesmo que seja simplesmente olhar no fundo do meu olho, e sorrir.
Se você pretende me entender, vai ter que se esforçar! E ter muita paciência. E tempo.
Irei te proporcionar pequenos, grandes, inesquecíveis e deliciosos momentos. Mas não tenha pressa. E não pise na bola.
Eu preciso de atenção. Preciso de confete. Preciso de piadas, colo, de cuidados e de cuidar. De bom-humor, compreensão, e mais uma vez, paciência. E de exclusividade.
Se eu mal te conheço, você faz o que quiser nas minhas costas, mas quando estiver comigo, ‘esteja comigo’.
Se provocar, me beije! Me pegue de surpresa. Mas não demora, pra eu não achar que você não está fazendo mais que a sua obrigação.
As programações são as melhores. O pique quase interminável. E a disponibilidade....grande sempre que possível.
Se você me beijar naquela música, grave-a, porque de certo eu vou lembrar!
Se você tem outra, não demore a escolher. Porque logo eu vou descobrir.
Se você tiver os mesmos gostos que eu, ponto pra você.
Se você não quiser nada com nada, beijo-tchau.
Se quiser fazer valer a pena, vem comigo. Eu te explico no caminho.
6 de set. de 2008
Meu manual
Não me segura pelo pulso!
Me larga, me deixa ir,
Mas me puxa pela cintura.
Eu ainda assim vou, mas vou ter vontade de voltar.
Me prende pelo pensamento.
Invade meu sono que te garanto um olhar.
Me descuida que prometo que vou me cuidar.
E sai de perto, só assim vou te notar.
Me surpreende, esse é o único jeito de te lembrar.
Não fala muito, mas me mostra tudo.
Um suspense funciona, mas ação comanda.
Me diga sempre a verdade.
Nenhuma delas me assusta e ainda garante a tua liberdade.
Mexe no meu cabelo com jeito que é desse jeito que eu vou me apaixonar.
Me mostre uma boa dose de respeito e, certamente assim, vou te amar.
Se nada disso funcionar, meia volta e volte ao teu lugar. Eu não posso te enganar. E pior que isso: não consigo me forçar.
Me larga, me deixa ir,
Mas me puxa pela cintura.
Eu ainda assim vou, mas vou ter vontade de voltar.
Me prende pelo pensamento.
Invade meu sono que te garanto um olhar.
Me descuida que prometo que vou me cuidar.
E sai de perto, só assim vou te notar.
Me surpreende, esse é o único jeito de te lembrar.
Não fala muito, mas me mostra tudo.
Um suspense funciona, mas ação comanda.
Me diga sempre a verdade.
Nenhuma delas me assusta e ainda garante a tua liberdade.
Mexe no meu cabelo com jeito que é desse jeito que eu vou me apaixonar.
Me mostre uma boa dose de respeito e, certamente assim, vou te amar.
Se nada disso funcionar, meia volta e volte ao teu lugar. Eu não posso te enganar. E pior que isso: não consigo me forçar.
3 de set. de 2008
Job # 5
Eu vou escrever um livro. Está decidido.
Não será um best seller. Também não estará no Top 5 dos mais vendidos.
Nem no Top 10, nem no Top 100, nem no Top N+1.
Talvez nunca nem seja vendido.
Talvez, do momento do lançamento dele até o momento da minha despedida da vida terráquea, só 5 ou 6 pessoas o leiam.
Mas tudo bem. Sério.
O objetivo de reunir tudo que um dia eu contei em pedaços de papel que me encararam é ser meio Frank Sinatra, meio Ghandi.
E como num bom filme, eu terminaria dizendo o que um protagonista-mocinho diz: "Tudo bem, eu não o fiz pelo dinheiro...".
Não será um best seller. Também não estará no Top 5 dos mais vendidos.
Nem no Top 10, nem no Top 100, nem no Top N+1.
Talvez nunca nem seja vendido.
Talvez, do momento do lançamento dele até o momento da minha despedida da vida terráquea, só 5 ou 6 pessoas o leiam.
Mas tudo bem. Sério.
O objetivo de reunir tudo que um dia eu contei em pedaços de papel que me encararam é ser meio Frank Sinatra, meio Ghandi.
E como num bom filme, eu terminaria dizendo o que um protagonista-mocinho diz: "Tudo bem, eu não o fiz pelo dinheiro...".
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