17 de mai. de 2008

Sem inspiração para um título.

O sentimento de solidão inspira. Veja: amar em segredo inspira. Amar sem ser amado inspira. O último adeus inspira. O ócio inspira. Um local vazio. Uma folha em branco. Uma pergunta sem resposta. Uma idéia não compreendida.

Tudo que caminha/existe/sente/vive sozinho gera um quê automático de inspiração.

E ainda assim, mesmo cercada de elementos que chamo de obrigatoriamente solitários, sinto uma enorme falta de inspiração capaz de me levar a raciocinar, sem motivo e sentido algum, sobre tudo isso.

Ou nada disso, como preferir.

3 comentários:

bu disse...

e sinto que essa é a maior inspiração do dia-a-dia.
beijo!

Diego Costa disse...

"Há em todas as coisas um pequeno valor flosófico"...

Curti, Rê...

Vanessa Nassif disse...

Fantástico como sempre.

vc nem me avisou q tinha postado, besta.

Fiquei feliz. Não qro ver nosso Blog morrer. hahahha

bjosss